O nosso Diretor de Projetos, Thiago Costa, que é também professor e pesquisador, concedeu uma entrevista sobre o futuro da tecnologia. Leia a matéria na íntegra clicando na imagem:
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O nosso Diretor de Projetos, Thiago Costa, que é também professor e pesquisador, concedeu uma entrevista sobre o futuro da tecnologia. Leia a matéria na íntegra clicando na imagem:
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Continuando a conversa de dois posts atrás, quando falamos sobre o que os jornalistas gostariam que as assessorias e as empresas soubessem, vamos agora para o outro lado: o que os assessores gostariam que seus clientes soubessem.
Estamos em dezembro, é o fim de um ciclo, tempo de verificar o que deu certo e se preparar para buscar o aperfeiçoamento no ano que vem. Ou seja: época perfeita para falarmos desse assunto.
Vejamos então a opinião muito bacana de Elizabeth Friedland. Ela é assessora na agência Bandy Carroll Hellige e fez uma lista bem bacana, que traduzo e apresento a seguir. São 20 coisas que gostaríamos que os clientes soubessem. Se parece muito com o nosso Mitos e Verdades. Em alguns pontos fiz comentários, que estão em itálico. Confira:
Ufa! Listinha boa, né? Alguém tem algo a acrescentar?
O jornal Jornalistas&Cia divulgou os novos clientes que a EVCOM a partir de agora passa a atender, Placo e Verallia.
Os assessores William Miranda e Vanessa Garbo cuidarão das contas. Parabéns a toda a equipe!
Leia a nota clicando na imagem:
Conquistamos mais um cliente! Os assessores William Miranda e Vanessa Garbo atenderão a Verallia. Clique na nota abaixo do Portal Comunique-se para ler na íntegra, ou clique aqui para ler direto no site:
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under: Clientes
Tags:Assessoria de Imprensa, Comunicação, evcom, Vanessa Garbo, Verallia, Willian Miranda
A Proper Propaganda é uma pequena consultoria americana capitaneada por Jackson Wightman (mais aqui, no site dele). Bastante criativo e atuante em diferentes áreas, Jackson escreveu uma lista com 33 coisas que os jornalistas gostariam que os Assessores de Imprensa e seus clientes soubessem.
Feito pensando no mercado americano, mas vale demais para o cenário brasileiro. Traduzi e apresento aqui:
“A mídia quer falar sobre sua empresa e tudo parece correr bem. O problema é: os jornalistas têm recursos limitados e precisam da ajuda da assessoria para gerar uma matéria relevante e interessante.
Para que todo mundo tenha sucesso nessa empreitada, Assessoria e Cliente precisam saber algumas coisas. Aqui seguem 33 delas:
1. Nem tudo que a sua empresa faz é interessante a ponto de se tornar pauta.
2. Um press release, ainda que seja uma ferramenta interessante, raramente será suficiente para as necessidades da imprensa.
3. É preciso pensar como um repórter.
4. Repórteres muitas vezes (se não na maioria) trabalham demais e ganham de menos.
5. Eles estão totalmente ligados nas redes sociais.
6. Eles têm prazos, os famosos deadlines.
7. Não entre em contato com eles quando esses deadlines estão chegando ou já chegaram.
8. Mensagens multimedia (fotos, video, etc) ajudam aos jornalistas a entender o que você precisa que eles entendam.
9. Pense bem como (por qual meio) você quer oferecer uma pauta.
10. Aprenda a escrever um ‘assunto’ relevante em seu e-mail.
11. Ajude o jornalista com algo antes de sair pedindo para que ele faça matéria com a sua empresa.
12. Jargões próprios das empresas confundem os leitores (e também os jornalistas, frequentemente).
13. Às vezes, mesmo que a pauta seja ótima e a Assessoria a tenha oferecido corretamente, não vai rolar nenhuma matéria.
14. Os conceitos que as empresas querem passar e o bom jornalismo muitas vezes são elementos conflitantes.
15. Pense em criar e usar um release via mídias sociais.
16. Blogueiros não são jornalistas. A não ser que seja o blog de um jornalista.
17. Pessoas normais, eu e você, não somos fotógrafos simplesmente porque usamos Twitpic, Instagram e Yfrog e espalhamos essas imagens rápida e facilmente.
18. Aprenda a escrever um release útil, sem termos muito técnicos, sem frescuras e excesso de adjetivos.
19. A mídia é o filtro, não o inimigo.
20. Muitas vezes, a mídia funciona como um rebanho de ovelhas. Calma e pausadamente todos seguem para a mesma direção, sem pensar muito.
21. Entenda a importância de mostrar seus contatos de maneira clara e que facilite te encontrar, caso seja necessário.
22. Jornalistas também erram.
23. Eles são inundados por sugestões de pauta mal feitas e inúteis todos os dias.
24. A Transparência possui um valor imenso.
25. A relevância e o valor da pauta que está sendo oferecida precisam ser explicados claramente.
26. O ritmo do jornalismo é muito forte e os repórteres são obrigados a aprender coisas novas o tempo todo e muito rapidamente.
27. Há alguns momentos mais calmos durante o ano (como agora, na época de festas, por exemplo), e aquela pauta não tão boa pode até colar.
28. Às vezes, a correria e o excesso de trabalho dos jornalistas fazem com que eles demorem mesmo para te dar um retorno.
29. Deixar um comentário útil nas matérias online e compartilhar esse conteúdo deixa quem fez a matéria bastante satisfeito.
30. Dizer obrigado é, e sempre vai ser, algo muito bom e apreciado.
31. Aquelas perguntas mais fortes da entrevista não são ataques pessoais.
32. Tentar manipular informações é simplesmente chato.
33. Aprenda a importância vital de passar informações de maneira rápida e clara.
E você, tem algo a acrescentar?”
O nosso Diretor de Projetos, Thiago Costa, ministrará uma palestra no Workshop de Marketing Integrado, que acontecerá no dia 29 de novembro. O portal Empresas & Negócios publicou nota que divulga o evento. Veja abaixo, ou ligue para (11)3066-2550 para mais informações.
under: Eventos
Tags:aperfeiçoamento, Assessoria de Imprensa, câmara sueca, Comunicação, evcom, evento, Eventos, Gestão, informação, Marketing, Thiago Costa
A atividade de Assessoria de Imprensa possui algumas dificuldades, talvez a maior delas seja a demonstração de resultados. Claro que relatórios, clipping e centimetragem fazem a diferença nesse sentido. Porém, em algumas situações os clientes, as empresas contratantes do serviço, não conseguem enxergar o impacto gerado, muito em função do volume de matérias alcançado ser baixo.
A quantidade de aparições na mídia deve, sim, ser um dos fatores de avaliação. Evidentemente que não o único. O que precisa ficar claro é que esse volume pode acontecer dependendo do assunto tratado.
Aqui na EVCOM temos diversos casos de sucesso nesse sentido. O mais recente foi a ação de lançamento da nova fábrica da Hyundai Heavy Industries em Itatiaia-RJ. O planejamento da atividade, realizado na medida certa, gerou uma enorme movimentação na mídia.
Em apenas dois dias, os maiores veículos do Brasil noticiaram o fato, trazendo a visibilidade esperada e gerando credibilidade para a empresa.
Entre os resultados alcançados estão:
Veja - http://veja.abril.com.br/noticia/economia/hyundai-e-bmc-vao-instalar-fabrica-de-maquinas-no-rj
Estadão – http://economia.estadao.com.br/noticias/not_77222.htm
DCI – http://www.dci.com.br/Hyundai-assina-protocolo-para-construir-fabrica-de-veiculos-1-382620.html
Ig Economia –
| http://economia.ig.com.br/empresas/industria/hyundai+e+bmc+vao+instalar+fabrica+de+maquinas+no+rio+de+janeiro/n1597099571792.html |
Além destes, que são os principais resultados, as replicações das matérias superaram mais de 200 aparições, confirmando o quanto um planejamento adequado de divulgação, utilizando a ferramenta de Assessoria de Imprensa, pode fazer uma marca ser difundida e aparecer para seus diferentes públicos-alvo.
A soma perfeita entre quantidade e qualidade.
O Jornalistas & Cia, mais importante veículo da área de Jornalismo Empresarial, divulga que a EVCOM é a nova assessoria da Concrete Show, ITT e da Escola Internacional de Alphaville.
Confira a nota (ou clique na imagem para ver o jornal completo):
Descobrir talentos é uma missão árdua, que exige uma pitada de sorte e um tantão de esforço. Os últimos anos, trabalhando com grandes equipes, mostraram-me que nem sempre temos o privilégio de contar com pessoas talentosas. Por outro lado, quando bem treinados e motivados, alguns profissionais são capazes de surpreender e melhorar o desempenho de qualquer empresa.
Lógico que tive o prazer de contar com pessoas capazes de absorver as orientações e desenvolver um excelente trabalho em comunicação. Mas a parte mais triste é lidar com jovens profissionais que se acomodam em uma posição de assessor de imprensa, que executam ordens sem entender todo o processo ou sequer questionar e, para piorar, utilizam ferramentas de internet como única opção de pesquisa e checagem de informações.
Sinto que o mesmo acontece quando penso nas demandas que recebemos dos repórteres. Nada mais é investigado ou simplesmente questionado. As solicitações de imprensa são cada vez mais superficiais e buscam o óbvio. Para os clientes, sobram as perguntas de sempre e o pobre pensamento linear de alguns jornalistas.
No final do ano passado, o editor do site Observatório da Imprensa, Alberto Dines, escreveu poucas, mas sábias, palavras sobre a falta de talentos na imprensa atualmente. De acordo com Dines, nossos jornalistas tentam o melhor, a imprensa não reflete este esforço porque é uma corporação e comporta-se como corporação, nem sempre atenta aos seus deveres institucionais. Este ano de 2010 foi especialmente ruim. A cobertura eleitoral foi deplorável. Não vi virtudes. Esperançoso sempre fui: precisamos de mais diversidade de conteúdo, mais títulos, mais criatividade. Esqueçam as tecnologias, voltem a apostar nos talentos.
É difícil ter que buscar a agilidade com excelência do time quando temos pressão constante e necessidade de decisões rápidas, em especial na atuação em setores dinâmicos, como economia e aviação. Nem sempre o olhar diferenciado ou mesmo a sagacidade necessária para executar um trabalho que surpreenda o cliente, ou mesmo o jornalista, estão disponíveis. Concordo com Dines e sinto que devemos buscar cada vez mais talentos. Talentos não só no jornalismo, mas em todos os setores do mercado e, por que não, da vida. Essa seguirá como uma missão dura para os anos que seguem.
* Daniela Barbará é jornalista, pós-graduada em Relações Internacionais e Diretora de Operações da EVCOM.
Por Talita Rodrigues
Na última semana, encontrei dois tipos de amigos que não tinham ido a Campus Party: as que queriam muito ir e não podiam e as que me perguntavam “mas o que você vai fazer lá?”. Para quem nunca foi, é um pouco estranho pensar sobre um evento para nerds onde as pessoas acampam ali. Eu achei bem estranho quando soube da existência da primeira edição, mas na última semana eu entendi por que tantos amigos adoram estar lá.
Não fiquei acampada e não consegui ver tudo que gostaria de ver nesta Campus Party, a primeira da qual participei, mas acho que consegui entrar bem no clima do encontro. Embora seja um lugar para falar sobre tecnologia e internet, isso se torna secundário diante de quem você conhece. Acho que estar em um lugar onde você não parece estranho permite que as pessoas se aproximem com mais facilidade, além de ter sempre um assunto em comum com alguém.
A Campus Party é o lugar para você conversar com blogueiros, podcasters ou encontrar aquele amigo que você conhece apenas pelo Twitter.
Além dos participantes, outra coisa muito bacana da Campus Party são os escolhidos para palestrantes e debatedores. Além das palestras principais, como a do Al Gore, acompanhei os eventos da área de “Social Media”, que teve como coordenador Edney Souza, um dos profissionais mais conhecidos desta área hoje. Foi importante conhecer formas diferentes de trabalhar, que temos que mudar como pensamos sobre as redes sociais e sobre os usos destes recursos. Não basta simplesmente aplicar o que sabemos, é preciso repensar como fazemos.
Na Campus Party pude conhecer como as empresas adotam o social media, o que funciona ou não e como diferentes profissionais desempenham seu trabalho. Mas acho que talvez dois pensamentos tenham sido comuns a todos os profissionais que ouvi: que as redes são canais de comunicação e não de venda, os usuários querem conversar e não receberem uma oferta a cada tweet, e que é impossível controlar o acesso as redes, hoje as pessoas tem estes sites bloqueados no trabalho, mas acessam do seu smartphone. Assumir que estes são canais para que seus clientes, parceiros e funcionários falem com ou sobre você é o primeiro passo para estar no Twitter, no Facebook etc.
A única coisa que atrapalhou foi a organização ou a falta dela: filas pra tudo, funcionários/voluntários mal treinados, falta de geradores nos primeiros dias etc. Mas apesar destas falhas ainda vale a pena ir e conhecer pessoas, histórias e experiências. Até a #cpbr5!
*Talita Rodrigues é jornalista e analista de mídias sociais da EVCOM
under: Comunicação
Tags:#cpbr4, campus party, Comunicação, cultura, evento, internet, social media, tecnologia