Confira a entrevista do diretor da EVCOM, Thiago Costa, para o portal HSM:
A comunicação com o cliente é uma via de mão dupla
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Tags:Clientes, Comunicação, consumidor, entrevista, evcom, Marketing, Portal HSM, Thiago Costa
Questão de individualidade
Por Thiago Costa
Departamentos de marketing de empresas de todos os portes e segmentos cada vez se perguntam mais: o que quer o consumidor? Respostas não faltam, mas será que esse é o questionamento correto?
Quando analisamos as mudanças pelas quais o mundo passou nos últimos 30 anos, temos um quadro bastante ativo. Nesse tempo, no que diz respeito a consumo, grandes saltos foram dados: de coisas aparentemente simples, como os alimentos passarem a ter estampados em seus rótulos a data de validade; até transformações mais profundas que continuam em andamento – tais como o surgimento dos telefones celulares, com suas infinitas possibilidades de uso.
Diante de tantas alterações no modo de viver, é razoável pensar que as próprias pessoas também mudaram. E aí temos o ponto-chave nesse caminho: antes de saber o que o consumidor quer, é preciso saber quem ele é.
Em primeiro lugar, é necessário constatar que o consumidor não é mais um ser completamente manipulável como se imaginava que fosse tempos atrás. O imenso afluxo de informações a que todos somos submetidos diariamente leva, de forma praticamente instantânea, qualquer novidade a todos. Isso dá poder ao público, que com um simples toque em seu smartphone espalha para toda a rede algo de que não gostou, por exemplo.
Então, o início da relação com o consumidor se dá com a identificação de um fator decisivo: ninguém vai fazê-lo de bobo. Portanto, não adianta prometer o que não será cumprido, nem tentar mandar para debaixo do tapete qualquer erro. As pessoas vão descobrir e passar umas para as outras. Esta é a era do compartilhamento e da colaboração.
Outro elemento fundamental na definição do perfil do novo consumidor, com relação à informação é de que existem mais mensagens do que é possível para qualquer um assimilar. E isso é muito fácil de perceber: pense na sua própria vida. Do momento em que acorda, até dormir novamente, quantas marcas tentaram falar com você?
São mensagens no rádio, na TV, nas ruas, nos ônibus e metrôs. Sem contar as revistas, sites, afora cinema e até mesmo os vídeogames. De tudo que você recebe num dia, quanto realmente fica? Quais desses foram relevantes?
Com tanto para ver e ouvir, o consumidor passa a dar importância àquilo que importa para ele, que se encaixa em seu estilo de vida. Tudo mais é descartado. Soma-se a isso outro ponto: as pressões diárias pelas quais todos passam. Não há quem, no mundo competitivo de hoje, não precise cumprir algum tipo de meta, manter-se dentro de algum cronograma.
Dessa forma, pressionado de todos os lados, o consumidor somente se liga naquilo que é, ou parece ser, feito exclusivamente para ele.
Esta é a chave para o futuro do consumo: a individualidade. Tratar cada um como se fosse único, realmente especial. Nesse sentido, a Internet é aliada preciosa das empresas. Pela web é possível identificar com muita clareza os hábitos do consumidor e, ainda por cima, escapar do mar de informações por onde ele tenta navegar.
A estratégia segue o seguinte caminho: identifica-se o consumidor por aquilo que ele é plenamente, sem reduzi-lo a padrões. Por exemplo: um homem de 35 anos, gerente bancário, morador da zona sul de São Paulo. Essas informações dizem muito sobre ele, mas há muito mais a descobrir. De que tipo de música ele gosta? Que tipo de restaurantes frequenta? Quais filmes gosta de assistir? Gosta de TV ou não? Viaja aos finais de semana?
Se a empresa sabe isso tudo, pode criar uma comunicação mais direta a esse consumidor. E, pela Internet, notadamente pelas redes sociais, é possível descobrir esse tipo de informação.
Mas de que forma falar com ele? Bom, vamos pegar as duas situações que já conhecemos: a das pressões diárias e do excesso de mensagens. Para escapar da primeira, o caminho é falar nos momentos de relaxamento. Por isso é tão importante saber dos hábitos de lazer do consumidor. Pois, nesses momentos de tranquilidade, é muito mais fácil fixar uma mensagem – desde que ela seja relevante e não invasiva.
O que nos leva ao segundo ponto: dizer o mesmo que os outros e da mesma forma não cria diferenciação alguma. Sua empresa será só mais uma. Mas, com criatividade, criando experiências mais completas que demonstrem o quanto o consumidor é importante para a marca.
Em resumo, o caminho do sucesso para relacionar-se com o consumidor, ou, melhor dizendo, com o novo consumidor, passa pelo conhecimento. Sabendo o máximo possível sobre o cenário atual (que muda o tempo todo) e aprofundando-se na vida das pessoas, naturalmente as boas idéias surgem.
Use a Internet para isso. Mas também saia do escritório. Pegue o metrô. Vá às ruas. Sinta o pulsar da vida que está acontecendo no mundo o tempo todo. É assim que se conhece, verdadeiramente, o consumidor. Daí para conquistá-lo será apenas um passo. Uma natural consequência.
under: Comunicação, Marketing
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Prefiro dizer “abraços”
Sou uma pessoa que troca uma quantidade razoável de e-mails por dia. São e-mails para clientes, prospects, jornalistas, parceiros, fornecedores. Invariavelmente reparo na assinatura dessas mensagens. Há que se despeça com um simpático “abraços” ou, se é mais intimo, “beijos”. Mas existem os formais ao extremo, que apesar de falarem com você todos os dias, até conversarem sobre seu time do coração, teimam em assinar “ATT” – a famigerada contração de “atenciosamente”.
Gente, “ATT” é praticamente linguagem jurídica, só falta escrever “subscrevo-me”. Pra mim, chega a soar grosseiro. Dá a impressão de que a pessoa está brava, não gostou do que você escreveu.
Como profissional de comunicação que sou, sinto-me na obrigação de iniciar essa discussão. Realmente quero saber qual a opinião de todos a respeito do assunto. Quero saber se estiver sendo exagerada, se realmente não há nada de mal no tal “ATT”.
Já estamos na era dos 140 caracteres, na qual o que importa é ser rápido e objetivo. Se, além disso, finalizarmos uma mensagem com um gelado “ATT”, a vida ficará ainda mais dura.
E ai, o que vocês acham? Será que estou exagerando?
under: Comunicação
Tags:agência, Assessoria de Imprensa, Comunicação, e-mail, informação, Marketing, novo público, uso de assinatura
Nada mais é estático
Por Daniela Barbará
A máxima de que o bom jornalista é um especialista em generalidades, profundo conhecedor de pessoas importantes e responsável por um texto impecável caiu por terra. Muita coisa mudou: a velocidade da notícia não é a mesma, assim como os canais de disseminação são diferentes.
Na era de globalização e de novas tecnologias despontando a cada minuto, o jornalista aprendeu a se moldar às necessidades modernas. Hoje o alcance de leitores é infinito. Dentro das agências, os planos de comunicação são avaliados diversas vezes ao dia para ter certeza de que o objetivo desejado foi alcançado. Nada mais é estático, exclusivo ou definitivo.
A criatividade deixou de ser opcional para ser mandatória. Temos que nos reinventar para atendermos as demandas dos clientes, dos jornalistas e as nossas. Os clientes deixam de ser pequenos pontos isolados para adotarem uma abrangência maior, e muitas vezes não estão preparados. E nessa hora cabe a agência estruturar as novas diretrizes para os próximos passos.
Nos idos da década de 90 as mais modernas agências tinham arquivos de fotos em slide e aparelhos de fax para que a mesma notícia pudesse ir para os quatro cantos do país de uma forma ágil. Hoje isso soa como uma grande piada, pois temos multiplicadores de leitores em um simples clique do mouse. Twitter, Flickr, Sonico, Facebook e outras ferramentas de comunicação são utilizadas como disseminadores de notícias em tempo real.
Cada conjunto de 140 caracteres segue em uma velocidade incalculável. O antigo bloquinho e a caneta Bic foram trocados por aparelhos celulares com gravadores e opcionais de câmeras para que a informação seja postada imediatamente. Os eventos dos clientes são transmitidos simultaneamente para quem estiver interessado em qualquer lugar do planeta.
A tecnologia pode ser considerada um divisor de águas para todos envolvidos no mercado de comunicação. O importante é saber a hora de nadar de braçadas nessas águas e ganhar cada vez mais espaço.
Diante dessa realidade, planejar tornou-se um verbo completamente flexível. O privado e o público tomam outras proporções. As agências que ainda pregam a velha escola do jornalismo perdem espaço para as ágeis empresas que crescem a olhos nus encontrando seu caminho em oferecer serviços diferenciados, criativos e que trazem resultados muito além do que o cliente poderia esperar.
Daniela Barbará (@danibarbara) é jornalista há 12 anos, com pós-graduação em Relações Internacionais pela Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP). Atuou na área de informações eletrônicas da Gazeta Mercantil e por três anos trabalhou na Agência Dinheiro Vivo, do jornalista Luis Nassif. Nos últimos anos dedicou-se à área de comunicação empresarial no setor de aviação civil coordenando equipes de atendimento no Brasil e na América do Sul. Atualmente é Diretora de Operações da EVCOM (@evcombr). Email de contato: daniela@evcom.com.br
EVCOM se torna associada da ABRACOM
A EVCOM agora é associada à ABRACOM (Associação Brasileira das Agências de Comunicação). A organização tem como objetivo organizar o setor, profissionalizar, reconhecer e difundir a atividade de comunicação corporativa e empresarial.

Em sintonia
Existem pequenos detalhes na vida corporativa que fazem toda correria e loucura ficarem mais leves e valerem mais à pena.
Hoje, aqui na EVCOM, aconteceu um desses lances: sem ninguém combinar ou dizer nada, praticamente todas as pessoas vieram vestidas com a mesma cor. Variações de roxo e lilás. Ganhou até um nome o dia. Foi o #EVPurple.
Confira no nosso Flickr.
Ah, e veja também que para a regra ser confirmada, precisa sempre que alguém fuja dela.
EVCOM e Vocalis estabelecem parceria para treinamentos

A EVCOM acaba de firmar parceria com a Vocalis – Voz & Expressão para oferecer treinamentos especializados em Comunicação, nos aspectos relacionados a voz e expressão pessoal. “A formação em Fonoaudiologia e o conhecimento específico na área de voz das profissionais da Vocalis é um acréscimo perfeito às nossas ofertas na área de educação profissional”, comenta o Diretor de Projetos da EVCOM, Thiago Costa.
Para a Vocalis, a parceria com a EVCOM é uma oportunidade de oferecer soluções ainda mais completas, como a possibilidade de executar projetos de comunicação interna, além de treinamentos comportamentais e media training especializado. “Unir forças e conhecimentos sempre é algo positivo e que abre portas”, explica uma das sócias da Vocalis, Viviane Barrichello. “Tenho certeza que teremos frutos muito positivos nessa parceria”, finaliza.
O motivo da Não-Segmentação
Nesses quase seis anos de EVCOM, uma das perguntas que mais recebi – seja em prospecções, apresentações, ou mesmo em minhas aulas – foi: “Vocês não são especializados em nenhum setor?”. Para essa questão, minha resposta é e se sempre foi um sonoro “Não”. Isso gerava reações diversas. Entre elas a pergunta se isso não faria bem à divulgação dos clientes.
Para continuar, sempre explico que não, pois poderia, na verdade, reduzir as possibilidades de exposição – além de colocar nossa empresa em situações complicadas, dependendo do caminho que a divulgação tomasse.
Como aqui na EVCOM temos um método de divulgação bastante diferenciado, que já deixou os enfadonhos releases há tempos para trás, trabalhando sim com idéias originais e que se encaixam com mais precisão às necessidades dos jornalistas, teríamos problemas se algum repórter nos ligasse, por exemplo, e pedisse para falar com uma empresa de vidros, como a nossa cliente-parceira Saint-Gobain Glass, mas nós atendêssemos outros desse mesmo segmento, o que faríamos?
Isto não é uma crítica direta às empresas de comunicação que decidem ser segmentadas. Mas nós aqui na EVCOM, desde sempre, acreditamos que a pluralidade nos oferece mais: mais possibilidades de clientes, mais possibilidades de divulgação, mais networking, mais assuntos interessantes para nossa EVpeople pensar. E por aí vai.
A matéria abaixo dá a medida exata do que estou tentando dizer. Tudo começou com um ótimo contato que cultivamos com o pessoal do Diário de S.Paulo, por conta de pautas envolvendo o ensino de línguas (para a Seven Idiomas), além de várias outras que utilizaram profissionais da Academia de Marketing e da Compass Desenvolvimento Humano para comentar diversos assuntos a respeito de educação profissional e carreira.
O resultado é uma matéria extremamente positiva, que gera simpatia e credibilidade para as marcas/empresas envolvidas. Foram citados os clientes-parceiros EVCOM: Seven Idiomas, Restaurante Don Carlini, Festo e A Vida é Bela.
Veja como ficou clicando na imagem abaixo (destacando o espaço dos nossos clientes-parceiros) ou leia direto no site do jornal.
Estágio em Webdesign na EVCOM
A EVCOM está em busca de um estagiário para trabalhar com webdesign e mídias sociais. A pessoa precisa estar matriculado em curso superior e ter conhecimentos de html, css e asp. As atvidades envolverão: tratamento de imagens, atualização de sites e blogs, postagem de mensagens em redes sociais, auxílio no planejamento e criação de e-mail marketing.
Quem estiver interessado, envie um e-mail para tita@evcom.com.br.
TEC EVCOM é destaque no Blog Press!
Um dos canais de comunicação que mais crescem no segmento de informações para o B2B, o Blog Press, da House Press Propaganda, destacou o TEC EVCOM em um de seus posts.
Clique abaixo e confira!
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